humor

O papel higiênico de todo dia

Em uma doce manhã de inverno, parei para refletir sobre os nomes dos papéis higiênicos. Eis me aqui olhando para um suave pacote de 08 rolos de 30m x 10 cm cada, gentilmente nomeado de Carinh
Foto: Pixabay

Em uma doce manhã de inverno, parei para refletir sobre os nomes dos papéis higiênicos. Eis me aqui olhando para um suave pacote de 08 rolos de 30m x 10 cm cada, gentilmente nomeado de Carinho. Penso que, considerando a finalidade do papel higiênico, intitulá-lo Carinho é quase uma piada! Você está lá, sentado no majestoso troninho, na posição que 100% da espécie humana, ao menos uma vez na vida já esteve, incluindo a Sandy; pedindo a Deus para que aquilo acabe logo, para que aquele odor horroroso evapore em milésimos de segundos, quando não mais que de repente, você destaca suaves centímetros de Carinho. 


Mas, pior que Carinho, talvez seja fazer uso do Sublime, já que o ato de - como posso dizer? – defecar, de sublime não tem nada! Quem sabe Neve seja uma boa pedida, o branco pelo nome sugerido contrastando com... Ah, deixa pra lá! Em 2008, os japoneses lançaram o papel higiênico cujo nome é tão high tech quanto eles. OWindows Vista Ultimate SP1 Toilet Edition vem com uma enciclopédia sobre o programa de computador que permite que você leia sobre o sistema enquanto vai fazendo o que precisa no banheiro. O povo nipônico não desperdiça tempo nem quando faz o número 2

Papéis tecnológicos a parte, um nome bastante atraente, principalmente para os que sofrem com as hemorroidas, é o Fofinho! Aí sim! Não há como negar que compra-lo é quase um ato inconsciente! 

Tem também o papel higiênico Paloma! Mas, sou obrigada a dizer que se inventarem o Cristiane, vai ter briga! Imagine: limpe seu c#%& com Cristiane! Não dá mesmo! Coitadas das Palomas! 

E só para encerrar, porque para um dia que apenas começou, já foram ditas muitas besteiras, o que você pensa a respeito de um papel higiênico chamado Primavera? Não seria mais lógico, outono, a estação em que as folhas caem e as plantas ficam amarronzadas? Bem, bem...

*Texto escrito por Cris Mendonça em 2008.

Comentários